Social

Formação de Frente Parlamentar para Apoio às Pessoas em Situação de Rua

Expresso meu apoio e agradecimento por esta iniciativa, porque é uma questão muito difícil e muito importante. Jundiaí temos outra realidade no estado de São Paulo. Como eu disse, somos a terceira melhor cidade do estado de São Paulo em termos de desenvolvimento social e assistência social.

Somos o terceiro em seiscentos e quarenta e cinco municípios, o que significa que temos ajuda, temos abrigo, temos casas de passagem, estamos em busca de oportunidades de trabalho, temos uma população pronta para ajudar de verdade. caridade E muitos acabam ajudando e dando esse importante passo de solidariedade.

A solidariedade deve existir para ajudar os outros que não podem retribuir. Mas devemos dar um passo além da solidariedade, que é a fraternidade. Um degrau acima da solidariedade que é a fraternidade quando te trato como irmão e não o perpetuo nessa miséria. Porque muitas vezes a gente tem que ajudar, mas tem que ajudar da forma certa é isso que a pessoa faz muitas vezes e a realidade que a gente vive com dificuldade é que se a pessoa não quer ajuda ela dificulta.

Acredito que todos os vereadores já passaram pelo que eu sinto quando paramos em um sinal e alguém vem segurando uma plaquinha pedindo ajuda. E isso parte seu coração. E você diz para ele, você já foi ao Pop Center?

Você já passou por caridade e essa pessoa está blasfemando contra você. E diga não eles queriam ajudá-lo e nós sabemos de toda infraestrutura adequada que temos em nosso município para garantir as condições para essa pessoa, não para pegá-lo na rua, pelo contrário, para dar a ele a dignidade de poder tomar banho. . . , para que ele possa comer, que possa se agasalhar, que tenha um lugar limpo para dormir e que também possa voltar ao mercado de trabalho, que possa se sustentar e se sustentar com dignidade.

É uma tarefa muito difícil. Por que? Já temos toda a estrutura, temos o dinheiro, temos os profissionais, temos todos os equipamentos institucionais aqui na nossa cidade e convivemos com essa realidade. Portanto, é um movimento que une toda a sociedade.

Tive um desafio, tive uma reunião com o bispo da nossa diocese que naquela época Dom Vicente Costa agora é Bispo Emérito e convidamos todas as unidades que fazem esse trabalho de distribuição de alimentos. Vamos colocar desta forma, certo? Foram feitas propostas para a construção de uma cantina onde todas essas instituições também pudessem doar alimentos. Toda a realidade de situações muito vulneráveis ​​onde uma criança não tem proteína para comer durante a semana e muitas vezes a gente vê um morador que tem duas, três Marmitex e ele escolhe a comida e uma vai para o cachorro, uma ele joga fora e metade come as outras não quero frango, hoje quero bife, hoje quero linguiça.

Portanto, é contínuo e também é um problema de saúde pública, como os ratos e outros roedores se aninham lá, eles podem até causar a propagação de doenças. Então você pode confiar em mim, acho que você pode confiar neste espaço para ter essa conversa e realmente fornecer toda uma unidade da sociedade para lidar com o problema, não é apenas um problema do poder público se não falarmos sobre isso. a prefeitura decide tudo e não porque tem que juntar as pessoas.

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